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segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Por que me esqueci?





Por que esqueci quem fui quando criança? 
Por que deslembra quem então era eu? 
Por que não há nenhuma semelhança 
Entre quem sou e fui? 
A criança que fui vive ou morreu? 
Sou outro? Veio um outro em mim viver? 
A vida, que em mim flui, em que é que flui? 
Houve em mim várias almas sucessivas? 
Ou sou um só inconsciente ser?
Fernando Pessoa

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Grito de saudade


imagem: Gregg Chadwick

"Saudade é uma das palavras mais presentes nas poesias de amor da língua portuguesa e também na música popular, “saudade”, só conhecida em galego-português, descreve a mistura dos sentimentos de perda, distância e amor. A palavra vem do latim “solitas, solitatis” (solidão), na forma arcaica de “soedade, soidade e suidade” e sob influência de “saúde” e “saudar”.”
Esse sentimento embora bastante triste tem uma beleza única, pois só o possui quem ama ou amou muito alguém… Quem amou de maneira especial uma fase da sua da vida… Quem deixou a sua terra para trás… Sempre que a saudade invade a minha alma, sinto as suas mãos segurando o meu coração que agitado se debate tentando não agonizar. Sinto as suas mãos impiedosas me revirando por dentro. Ainda assim prefiro senti-la, pois isso prova que vivi e vivo intensamente a minha jornada. Quem não derruba lágrimas, seja de alegria ou de tristeza, quem não se perturba com nada e está acima das próprias emoções, já está morto sem saber. A saudade é um grito de vida, já conheci pessoas que foram resgatadas de suas ilhas emocionais por ela… Pessoas que se entregaram à depressão, ao desamor e ao isolamento, mas que ao se reconectarem com vida que tiveram um dia, através das saudades, relembraram do quanto foram capazes de amar e de serem felizes! Isso as impulsionou a resgatarem o amor pela própria existência. Quantos filmes, livros e poemas são narrados pelas lembranças? O que seriam dessas obras se a história contada não fosse embalada pela saudade? A minha saudade terna, triste, feliz e doce sussurra aos meus ouvidos… E em segredo confessa: “Tudo está valendo a pena… Agora é hora de olhar para frente e seguir adiante… Pois logo ali, daqui a pouquinho… Você também estará com saudades desse momento…” E suavemente se despede até o nosso próximo encontro…"
Lígia Guerra

quinta-feira, 28 de março de 2013

Minha velha infância

EU


Há saudades que caminham comigo aconchegadas num lugar gostoso que a memória tem. São saudades capazes de amenizar o frio de alguns instantes com os seus braços de sol. São saudades que entornam perfumes que somente a alma reconhece. São saudades de um mundo que tem cheiro de quintal lá da infância da gente. São saudades de um mundo que lembra a pureza de amarelinha desenhada com giz no terreno da escola.

Ana Jácomo

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Além do amor

A minha saudade,

Deixa-me chorar assim 
Porque eu te amo 
Dói a vida 
Tanto em mim 
Porque eu te amo 
Beija até o fim 
As minhas lágrimas de dor 
Porque eu te amo, além do amor!




Vinicíus de Moraes

domingo, 27 de janeiro de 2013

Ausência




Por muito tempo achei que a ausência é falta.
E lastimava, ignorante, a falta.
Hoje não a lastimo.
Não há falta na ausência.
A ausência é um estar em mim.
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus
[braços,
que rio e danço e invento exclamações alegres,
porque a ausência, essa ausência assimilada,
ninguém a rouba mais de mim.

Carlos Drummond de Andrade, in 'O Corpo'
 

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Sorriso no coração




Lembrar com amor é oferecer, no coração, um sorriso que se expande..
É um jeito instantâneo e poderoso de prece.
É um modo de abraço, não importa o aparente tamanho da distância, nem as enganosas cercas do tempo. Lembrar com amor é levar a vida, no exato instante da lembrança, ao lugar onde a outra vida está e plantar uma nova muda de ternura por lá

Ana Jácomo

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Te amo meu anjo

Te Amo meu anjo

"A saudade é uma prova, um certificado, 
carimbado e assinado embaixo de que não 
estamos inteiramente sós e nem vazios.
As pessoas vêm e vão e ficam assim se
prolongando em nós, existindo pela 
eternidade do nosso caminho."

Letícia Thompson

domingo, 11 de novembro de 2012

Quantas saudades...



"A saudade é um buraco na alma que se abriu quando um pedaço nos foi arrancado.
No buraco da saudade mora a memória daquilo que amamos, tivemos e perdemos.
 A saudade é a presença de uma ausência."

Rubem Alves

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

O nascer para o além





Há quem morra todos os dias.
Morre no orgulho, na ignorância, na fraqueza.
Morre um dia, mas nasce outro.
Morre a semente, mas nasce a flor.
Morre o homem para o mundo, mas nasce para Deus.
Assim, em toda morte, deve haver uma nova vida.
Esta é a esperança do ser humano que crê em Deus.
Triste é ver gente morrendo por antecipação...
De desgosto, de tristeza, de solidão.
Pessoas fumando (preciso parar), bebendo, acabando com a vida.
Essa gente empurrando a vida.
Gritando, perdendo-se.
Gente que vai morrendo um pouco, a cada dia que passa.
E a lembrança de nossos mortos, despertando, em nós, o desejo de abraçá-los outra vez.
Essa vontade de rasgar o infinito para descobri-los.
De retroceder no tempo e segurar a vida.
Ausência: - porque não há formas para se tocar.
Presença: - porque se pode sentir.
Essa lágrima cristalizada, distante e intocável.
Essa saudade machucando o coração.
Esse infinito rolando sobre a nossa pequenez.
Esse céu azul e misterioso.

Ah! Aqueles que já partiram!
Aqueles que viveram entre nós.
Que encheram de sorrisos e de paz a nossa vida.
Foram para o além deixando este vazio inconsolável.
Que a gente, às vezes, disfarça para esquecer.
Deles guardamos até os mais simples gestos.
Sentimos, quando mergulhados em oração, o ruído de seus passos e o som de suas vozes.
A lembrança dos dias alegres.
Daquela mão nos amparando.
Daquela lágrima que vimos correr.
Da vontade de ficar quando era hora de partir.
Essa vontade de rever aquele rosto.
Esse arrependimento de não ter dado maiores alegrias.
Essa prece que diz tudo.
Esse soluço que morre na garganta...
E...
Há tanta gente morrendo a cada dia, sem partir.
Esta saudade do tamanho do infinito caindo sobre nós.
Esta lembrança dos que já foram para a eternidade.
Meu Deus!
Que ausência tão cheia de presença!
Que morte tão cheia de esperança e de vida!





Texto: Padre Juca 

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Recomeçando


"A viagem não acaba nunca. Só os viajantes acabam. E mesmo estes podem prolongar-se em memória, em lembrança, em narrativa. Quando o visitante sentou na areia da praia e disse: ‘Não há mais o que ver’, saiba que não era assim. O fim de uma viagem é apenas o começo de outra. É preciso ver o que não foi visto, ver outra vez o que se viu já, ver na primavera o que se vira no verão, ver de dia o que se viu de noite, com o sol onde primeiramente a chuva caía, ver a seara verde, o fruto maduro, a pedra que mudou de lugar, a sombra que aqui não estava. É preciso voltar aos passos que foram dados, para repetir e para traçar caminhos novos ao lado deles. É preciso recomeçar a viagem. Sempre". 


José Saramago

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

tatuagem na alma

A SAUDADE É UMA TATUAGEM NA ALMA.

SÓ NOS LIVRAMOS DELA PERDENDO UM PEDAÇO DE NÓS.





"Em todas as coisas belas da vida existe magia, como explicar o encanto que certas pessoas exercem sobre a gente? É tão difícil explicar e tão fácil de perceber. Há magia no ar, quando algo de especial acontece. É tão bom viver esses momentos. Por um instante perceber a sincronia, fazer parte de um segredo, estar vendo as engrenagens do universo se encaixando com perfeição, porque nada - mas nada mesmo - acontece por acaso... "

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Partidas







"Quando alguém que conviveu tantos anos parte, seu lugar fica vazio, mas sua presença parece permanecer até se diluir na agitação da vida. O homem, na solidão da partida, tende a olhar em torno e ver o vulto dela passar na sombra do anoitecer e ouve ainda sua voz, o ruído de seus passos, suas reclamações, manias, alegrias e tristeza. Todavia, passada essa nuvem ilusória, tudo é silêncio...
Sem lembranças perderíamos os laços que nos unem a quem esteve em nosso destino e que permanece no interior de nós mesmos, como símbolos de momentos, como participantes de nossos caminhos e como amor que nos tornou humanos.
A prodigiosa engenharia da mente humana permite que em cada um, transitem imagens, recordações, sonhos que tomam formas e expressões que animam e dão vida aos desejos e lembranças. Há quem lembre para não esquecer. Teme, culpa-se, quando percebe desaparecer como nuvem que corre no céu tocada pelo vento, as imagens dos que tem que amar. Talvez isso leve tantas pessoas a fixar-se em alguém que partiu, abandonou e tomou novos rumos.
Como também existe quem procure esquecer para não lembrar. Procura esconder em algum lugar de si mesmo imagens, momentos e pessoas que marcaram sua vida de forma amarga, triste ou que tenha produzido uma mágoa muito grande.
Todavia, quando os laços que nos prendem a alguém que foi-se de nós, seja nas penumbras da morte ou nos processos da vida, são de bem-querer, a lembrança flui sutil, natural, emerge da alma como um perfume agradável. A imagem delineada na memória traz saudade. A saudade é envolvimento sensível do espírito em emoções que não apenas lembram, mas vivem em cada um a presença do ausente no âmago do ser.
Diante do túmulo, existem mais incertezas do que certezas. O momento da morte é solene, difícil. Para quem vai e para quem fica. A sepultura é uma barreira, um silêncio doloroso, uma incógnita infinita. Nos muitos equívocos traçados ao longo do caminho, afirmou-se que deveríamos esquecer quem partiu ou por ele orar como morto no trânsito entre o céu e o inferno, para rogar a Deus que evite seja jogado no fogo do remorso ou da culpa. Ou então, nos diziam que embora existindo além da sepultura, quem morre voa como passarinho em busca de paisagens celestes e nem se importa com quem fica na superfície do planeta azul, de provas e expiações. Ou, ainda mais cruel, como pregam as religiões, dizendo que quem penetra no céu esquece quem ficou no inferno, dourando pílula do egoísmo ou justificando a secura do coração, o apagar do amor e da saudade.
O que sustenta a vida num universo que nos parece assustador e impessoal, é justamente o afeto, essa misteriosa força que nos arrasta uns para os outros, que nos faz perdermo-nos nos abismos e nos faz erguer às alturas. Ah! Esse trânsito de ida e vinda, porque como diz a canção, a mesma estação é para quem chega e para quem parte. Ah! essa busca de amor, essas lembranças, esses pedidos perdidos no ar: não me esqueças ... não partas... No silêncio de muitos espíritos vivem lembranças de amores não vividos, de esperanças não realizadas, mas também sonhos realizados, faces queridas a se multiplicarem no rodopiar incessante das voltas que a vida dá.
A solidão dói como espinho de insatisfação, penetrando as carnes da alma. As mãos murcham, os olhos morrem, o coração descompassa porque o cheiro do outro, a vibração do outro, até o problema do outro, são necessários para dar sentido à marcha sem sentido que cada um segue para um destino desconhecido.
A experiência afirma que viveremos sempre, que o amor não se perde, nem a esperança. As lembranças podem ser ácido sobre o coração ou aragem suave e perfumada numa tarde de verão... pêndulo da vida!"

 (Jaci Régis)

terça-feira, 5 de junho de 2012

Minha pequenez...


"Somos um Nada... E, no entanto, esse Nada do homem é grande – porque iluminado pelo Tudo da Divindade... À luz do seu poder, alvo da sua sabedoria, objeto do seu amor – sou mais que todo o resto do mundo... De ontem, apenas hóspede na terra – sou eterno no pensamento de Deus... Partirei amanhã para longe da terra – e serei imortal no seio de Deus... Como é grande a minha pequenez! Como é sublime o homem! Este parêntese – entre dois Infinitos!..." 


Huberto Rohden


Meu anjo que saudade! 10 meses de sua ausência física, mas sempre presente em meu coração

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Anjos no céu


"Quando penso em você me sinto flutuar,

me sinto alcançar as nuvens,
tocar as estrelas, morar no céu..."



William Shakespeare







(8 meses de uma saudade sem fim)






segunda-feira, 5 de março de 2012

NÃO MORREU!


Levanta o olhar para lá das nuvens da tristeza e da saudade e solidão...
Verás que aquele que amas continua teu, porque está vivo!...
Adormeceu...

Rasga o nevoeiro denso da amargura com os faróis da Fé e da Esperança,
e verás que aquele que amas continua teu, porque está vivo!...
Adormeceu...

E quando transpuseres a curva da morte na caminhada veloz para os céus, reencontrarás aquele que partiu e amas eternamente vivo na Vida de Deus…

Mário Salgueirinho



( 7meses de saudades meu anjo!)

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Nas viagens



Nas viagens de muitas vidas,

ganham-se experiências

e aprendizagem do amor;

perdem-se, temporariamente,

presenças amigas.

A vida é eterna...

Noites e dias sucedendo-se pelo infinito...

Certas dores existenciais indefinidas

podem bem ser conseqüências

de afastamentos de amor amigo,

afastamentos de tempo equivalente

a uma ou mais vidas,

parecendo, por isso, eternos...

ainda que temporários.

se a separação ocorre sempre,

o reencontro igualmente é certo,

embora encoberto pelo esquecimento,

manto de cada encarnação.

Uma força de energia interior inexplicável

pode revelar uma amizade,

de tempo remoto, reencontrada;

emoção indefinida,

quase ilógica, mas tão forte,

feito o mar banhando as rochas,

com energia, suavidade e inconsciência,

sob cor dourada, de inteira beleza,

criada pelo sol ao entardecer.

Uma certeza íntima inteligível

pode ser a prova de um "reencontro",

sensação opondo-se à razão,

mas impondo-se feito raios solares,

que a despeito da noite,

invade-nos com inteira alegria reluzente,

num renascer em límpida manhã de vida.

                                                                              
                                                       Moacir Sadler

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Saudades que riem



Existem saudades que sabem rir. São as minhas preferidas. Algumas, nascem sabendo. Outras aprendem, depois de transformar o choro.


Como borboletas, voam pelos jardins da memória, abraçam as lembranças mais viçosas, e saboreiam o néctar, sempre disponível, das alegrias perenes.



  Ana Jácomo


6 meses  de saudades infinita  de ti MEU ANJO !!

sábado, 5 de novembro de 2011

Como esquecer ?

"Todos estamos de visita neste momento e lugar. Só estamos de passagem. 
                   Viemos observar, aprender, crescer, amar e voltar para casa."                           

(Dito aborígene australiano)


Como esquecer ?



Como é que se esquece alguém que se ama? Como é que se esquece alguém que nos faz falta e que nos custa mais lembrar que viver? Quando alguém se vai embora de repente como é que se faz para ficar? Quando alguém morre, quando alguém se separa - como é que se faz quando a pessoa de quem se precisa já lá não está?
 As pessoas têm de morrer; os amores de acabar. As pessoas têm de partir, os sítios têm de ficar longe uns dos outros, os tempos têm de mudar Sim, mas como se faz? Como se esquece? Devagar.
 É preciso esquecer devagar. Se uma pessoa tenta esquecer-se de repente, a outra pode ficar-lhe para sempre. Podem pôr-se processos e acções de despejo a quem se tem no coração, fazer os maiores escarcéus, entrar nas maiores peixeiradas, mas não se podem despejar de repente. Elas não saem de lá. Estúpidas! É preciso aguentar. Já ninguém está para isso, mas é preciso aguentar. A primeira parte de qualquer cura é aceitar-se que se está doente. É preciso paciência. O pior é que vivemos tempos imediatos em que já ninguém aguenta nada. Ninguém aguenta a dor. De cabeça ou do coração. Ninguém aguenta estar triste. Ninguém aguenta estar sozinho. Tomam-se conselhos e comprimidos. Procuram-se escapes e alternativas. Mas a tristeza só há-de passar entristecendo-se. Não se pode esquecer alguem antes de terminar de lembrá-lo. Quem procura evitar o luto, prolonga-o no tempo e desonra-o na alma. A saudade é uma dor que pode passar depois de devidamente doída, devidamente honrada. É uma dor que é preciso aceitar, primeiro, aceitar. É preciso aceitar esta mágoa esta moinha, que nos despedaça o coração e que nos mói mesmo e que nos dá cabo do juízo. É preciso aceitar o amor e a morte, a separação e a tristeza, a falta de lógica, a falta de justiça, a falta de solução. Quantos problemas do mundo seriam menos pesados se tivessem apenas o peso que têm em si , isto é, se os livrássemos da carga que lhes damos, aceitando que não têm solução. Não adianta fugir com o rabo à seringa. Muitas vezes nem há seringa. Nem injecção. Nem remédio. Nem conhecimento certo da doença de que se padece. Muitas vezes só existe a agulha. Dizem-nos, para esquecer, para ocupar a cabeça, para trabalhar mais, para distrair a vista, para nos divertirmos mais, mas quanto mais conseguimos fugir, mais temos mais tarde de enfrentar. Fica tudo à nossa espera. Acumula-se-nos tudo na alma, fica tudo desarrumado. O esquecimento não tem arte. Os momentos de esquecimento, conseguidos com grande custo, com comprimidos e amigos e livros e copos, pagam-se depois em condoídas lembranças a dobrar. Para esquecer é preciso deixar correr o coração, de lembrança em lembrança, na esperança de ele se cansar.

(Miguel Esteves Cardoso)
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Esquecer sim, os momentos de sofrimento e de dor. As lembranças de sua alegria e de sua luz nunca mas nunca poderão ser apagadas. Te Amo meu anjinho!!!
(3 meses de saudades)

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Teatro mágico

Só enquanto eu respirar
Vou me lembrar de você
Só enquanto eu respirar..



Existem pessoas que passam em nossas vidas e marcam para sempre nossos corações. Música muito linda, é só clicar na imagem.